19 de abril de 2010

Fotos bizarras estilo "QUE PORRA É ESSA?"

Perdão pela linguagem chula, mas ao ver estas fotos, só vem à cabeça uma frase: QUE PORRA É ESSA?
Uma seleção de bizarrices grotescas que desafiam os sentidos e as explicações lógicas.

The Most Serene Republic - Heavens To Purgatory - Clipe Surreal

Clipe extremamente surreal e criativo. Feito em um plano sequência (obviamente via efeitos especiais), o clipe mostra uma atmosfera onírica e estranha. É curtinho e vale a pena.

18 de abril de 2010

O Monstro - Ilustração de Duda Moraes

Boas!


Mais uma ilustração usando basicamente os mesmos objetos, uma outra ilustração está quase pronta.

O mais divertido nisso tudo é que as coisas estão acontecendo durante o processo de criação do meu site, não dava para perder a oportunidade de "cria" mais um filho.

Ferramentas utilizadas para executar essa brincadeira: Illustrator CS4, Tablet Wacom e meu miolo mole.

HAVE FUN!


16 de abril de 2010

DAN the MAN - Animação no mundo dos games 8 bits

O objetivo do herói é salvar a princesa, mas e depois, o que acontece?

Simplesmente genial esta animação que se passa num mundo de um videogame old school. É uma das idéias mais interessantes e bem realizadas que já vi utilizando o tema.

Copiar NÃO é Roubar - Animação Musical

"Copying Is Not Theft" é uma animação muito bem feita que tenta provar que copiar não é roubar. Controvérsias à parte, ela é muito interessante para refletir e talvez mudar alguns paradigmas que tentar nos impor.

Sou a favor da arte livre, tanto que meus vídeos, animações e ilustrações disponibilizo na internet sem cobrar um centavo! Copiem à vontade meu trabalho!

Não incentivo a pirataria de forma alguma, mas é um assunto que precisa ser tratado e não encarado como um tabu.

X-Man do Atari 2600

Lembra-se do videogame erótico X-Man, do clássico Atari 2600? Pois aqui vai o vídeo dele sendo jogado do começo ao fim. Sexo em toda a plenitude dos enormes pixeis de 8 bits...

15 de abril de 2010

Frase do Dia

A vida sem reflexão não merece ser vivida.
Sócrates

Jingles Antigos no Silvio Santos

Uma seleção dos jingles bizarros que nunca esquecemos, apresentados no programa Show de Calouros do Silvio Santos. Atenção para a cara de afetação que os jurados fazem ao cantar a estas músicas.
Vale a pena assistir a estes momentos nostálgicos da televisão brasileira dos anos 80.

Show de Calouros - jingle Galinha Azul


Show de Calouros - Jingle Atroveran


Show de Calouros - jingle Apracur


Show de Calouros - jingle Maracugina


Show de Calouros - jingle Econolux

14 de abril de 2010

Vende-se Tudo - Texto de Martha Medeiros

Recebi este texto por e-mail. É bem reflexivo, vale a pena ler para reavaliar a vida...

Vende-se Tudo
Martha Medeiros

No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo oque ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.

Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentad os que alguém aparecesse.
Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi.
Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante.
Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto.

Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.

No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.

Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.

Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida... Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.

Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde. Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza.
... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.

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