17 de agosto de 2009

Star Wars - Finais Alternativos - Vídeos

Fãs editaram diversas possibilidades de finais alternativos para diversos dos episódios de Star Wars. Muitos destes vídeos são extremamente toscos, mas podem divertir e alguns deles impressionam pela criatividade de como eles montaram as cenas.

Aqui está uma lista de alguns finais alternativos dos episódios de Star Wars:

O Retorno de Jedi - A Queda de Skywalker
Luke cai no lado negro da força e se alia ao Imperador...


Star Wars 3 - Grievous mata Obi-Wan...


Star Wars - Princesa Leia trai os Rebeldes - Final Alternativo


Star Wars Episode IV
E se os rebeldes não tivessem conseguido destruir a Estrela da Morte?


Star Wars Episode III alternate ending
Darth Vader Mata o Imperador...


Star Wars Episode I: The Phantom Menace: Alternate Ending

16 de agosto de 2009

Panoramica - Paisagem do Canadá - Fotografia

Publico agora uma foto de paisagem natural. Criei esta panorâmica de uma linda paisagem do Canadá, mais precisamente da estrada que leva à cidade de Wistler, próxima à Vancouver e palco dos jogos de inverno de 2010.

Esta fotografia panorâmica foi formada juntando mais de 20 fotos e o resultado é uma foto gigantesca, com muitos detalhes. A foto ampliada disponível aqui (ao clicar na foto abaixo) não é ainda o tamanho real, que é muito maior que isto ao formar uma fotografia de mais de 10.000 pixels de largura e que permite observar cada pequeno detalhe da cena.

Gostei da experiência e vou testar panoramas cada vez mais detalhados, formando fotografias com uma grande área de visão.

15 de agosto de 2009

Ghost Galleon - Filme Completo de Graça

Duas jovens garotas estão viajando pelo mar em um barco e então descobrem um navio fantasma, repleto de zumbis assassinos! Filme de 1974 que faz parte da série de mortos-vivos Blind Dead dirigida por Amando de Ossorio e está entre os filmes completos que o Youtube está disponibilizando de graça em versão de alta qualidade.

Você pode assistir diretamente na página do Youtube clicando aqui, ou clicanco play abaixo:

Frase do Dia

Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.
Malachy McCourt

História da Maconha - Animação

Animação bem interessante sobre a história da maconha através dos tempos. De 2727 Antes de Cristo até o presente, a série Weeds apresenta uma breve história da cannabis.



Luis Inaçu - Piada

Recebi por e-mail esta singela homenagem ao nosso excelentíssimo presidente da república...

O Lula viajava de carro pelo interior do Piauí e lá pelas tantas, no meiodo poeirão, bate aquela sede, e ele manda parar o carro junto daprimeira casa no caminho para beber um pouco de água.

Adona do casebre grita para o menino de uns 9 anos que estava sentado naporta: - Luiz Ináçu! Corri aqui, chegue!!! Traiz a quartinha e ascaneca prus dotô pudê bebê água!

Lula,todo vaidoso, vendo que a dona do casebre não o reconhecera, pergunta:- Companhêra! Vi que a senhora chamou o garoto de Luiz Inácio... Eletem esse nome em homenagem a alguém?

-Não, não, dotô! O nome dele é Fernando Henrique, mas é que o menino deupra bebê, roubá, minti e fazê tanta merda, que nóis apelidô ele assim...

14 de agosto de 2009

O TÚNEL DOS LIBERTINOS - DOWNLOAD GRATUITO DO E-BOOK

Recebi este release do amigo Iam Godoy e publico aqui no Sopa para divulgar. Acho importante esta iniciativa de produção do underground nacional. Vamos prestigiar!

Este é o primeiro romance de Iam Godoy e nunca teve a pretensão de encabeçar rodas de literatura ou conversas indie. Seu formato é propositalmente sujo e mal construído mais pela revolta da reforma ortográfica do que pela estética e seu conteúdo pode irritar algumas pessoas, mas chocar não seria o propósito de toda obra?

"O Túnel dos Libertinos" nos arrasta sem dó ou pudor, dos clubes literários/ocultistas do século 19 ao esbanjar da libido desenfreada e seus preços cobrados. Com uma poesia bruta e sem rodeios, Iam Godoy apresenta as desventuras de um escritor ligado aos prazeres da carne e ao reconhecimento do Homem como verdadeiro deus de si. Alguns trabalhos literários seus podem ser encontrados em sites como Boca do Inferno, Sombrias Escrituras, Estronho, Latere Autero e blogs como Contos e Cantos Escuros, The House e Udigrud.

Hoje em dia Iam Godoy tem 35 anos, um cavanhaque grisalho, uma mini biblioteca com mais de mil títulos entre quadrinhos e livros e uma verdadeira adoração por filmes gore/trash, comida vegetariana e um amor platônico bipolar por R. Raven.

Clique aqui para fazer o download gratuito do e-book.

12 de agosto de 2009

Frases de Nelson Rodrigues

Um dos maiores escritores e dramaturgos do Brasil, Nelson Rodrigues, o Anjo Pornográfico também é conhecido por suas frases, sempre polêmicas, engraçadas e geniais, geralmente regadas com muita ironia e humor negro.

Uma curiosidade: O primeiro site da internet sobre Nelson Rodrigues fui eu que fiz, inclusive tinha o apoio de Jofre Rodrigues, filho do gênio. Isso faz muito tempo, 1997 ou 98 e o site era uma referência no assunto, mas saiu do ar faz um bom tempo. Era um trabalho de paixão pela obra imortal de Nelson e não ganhei um tostão com maquele projeto, mas foi muito gratificante. Quem sabe um dia eu republique o conteúdo do site novamente para quem tiver interesse, pois tinha muito material disponível. Isso vai depender do interesse de vocês.

Bom, fiquem com uma enorme col
etânea das espetaculares frases de Nelson Rodrigues que compilei de diversas fontes online. A maioria delas foi extraída da coletânea de Ruy Castro "As 1.000 melhores frases de Nelson Rodrigues".

O jovem tem todos os defeitos do adulto e mais um: — o da imaturidade.

Ou a mulher é fria ou morde. Sem dentada não há amor possível.

O homem não nasceu para ser grande. Um mínimo de grandeza já o desumaniza. Por exemplo: — um ministro. Não é nada, dirão. Mas o fato de ser ministro já o empalha. É como se ele tivesse algodão por dentro, e não entranhas vivas.

Assim como há uma rua Voluntários da Pátria, podia haver uma outra que se chamasse, inversamente, rua Traidores da Pátria.

Está se deteriorando a bondade brasileira. De quinze em quinze minutos, aumenta o desgaste da nossa delicadeza.

O boteco é ressoante como uma concha marinha. Todas as vozes brasileiras passam por ele.

A mais tola das virtudes é a idade. Que significa ter quinze, dezessete, dezoito ou vinte anos? Há pulhas, há imbecis, há santos, há gênios de todas as idades.

Outro dia ouvi um pai dizer, radiante: — "Eu vi pílulas anticoncepcionais na bolsa da minha filha de doze anos!". Estava satisfeito, com o olho rútilo. Veja você que paspalhão!

Em nosso século, o "grande homem" pode ser, ao mesmo tempo, uma boa besta.

O artista tem que ser gênio para alguns e imbecil para outros. Se puder ser imbecil para todos, melhor ainda.

Toda mulher bonita leva em si, como uma lesão da alma, o ressentimento. É uma ressentida contra si mesma.

Acho a velocidade um prazer de cretinos. Ainda conservo o deleite dos bondes que não chegam nunca.

Tudo passa, menos a adúltera. Nos botecos e nos velórios, na esquina e nas farmácias, há sempre alguém falando nas senhores que traem. O amor bem-sucedido não interessa a ninguém.

Nós, da imprensa, somos uns criminosos do adjetivo. Com a mais eufórica das irresponsabilidades, chamamos de "ilustre", de "insigne", de "formidável", qualquer borra-botas.

A grande vaia é mil vezes mais forte, mais poderosa, mais nobre do que a grande apoteose. Os admiradores corrompem.

O brasileiro não está preparado para ser "o maior do mundo" em coisa nenhuma. Ser "o maior do mundo" em qualquer coisa, mesmo em cuspe à distância, implica uma grave, pesada e sufocante responsabilidade.

Há na aeromoça a nostalgia de quem vai morrer cedo. Reparem como vê as coisas com a doçura de um último olhar.

Chegou às redações a notícia da minha morte. E os bons colegas trataram de fazer a notícia. Se é verdade o que de mim disseram os necrológios, com a generosa abundância de todos os necrológios, sou de fato um bom sujeito.

A solidão começou para o verdadeiro católico. Tomem nota: — ainda seremos o maior povo ex-católico do mundo.

O casamento já é indissolúvel na véspera.

A educação sexual só devia ser dada por um veterinário.

Antigamente, o defunto tinha domicílio. Ninguém o vestia às pressas, ninguém o despachava às escondidas. Permanecia em casa, dentro de um ambiente em que até os móveis eram cordiais e solidários. Armava-se a câmara-ardente num doce sala de jantar ou numa cálida sala de visitas, debaixo dos retratos dos outros mortos. Escancaravam-se todas as portas, todas as janelas; e esta casa iluminada podia sugerir, à distância, a idéia de um aniversário, de um casamento ou de um velório mesmo.

Sou contra a pílula, e ainda mais contra a ciência que a inventou; a saúde pública que a permite; e o amor que a toma.

Diz o dr. Alceu que a Revolução Russa é "o maior acontecimento do século". Como se engana o velho mestre! O "maior acontecimento do século" é o fracasso dessa mesma revolução.

O dr. Alceu fala a toda hora na marcha irreversível para o socialismo. Afirma que a Revolução Russa também é irreversível. Em primeiro lugar, acho admirável a simplicidade com que o mestre administra a História, sem dar satisfações a ninguém, e muito menos à própria História. Não lhe faria mal nenhum um pouco mais de modéstia. De mais a mais, quem lhe disse que a Revolução Russa é irreversível?

Só Deus sabe que fiz o diabo para ser amigo do nosso Tristão de Athayde. Durante cinco anos, telefonei-lhe em cada véspera de Natal: — "Sou eu, dr. Alce. Vim desejar-lhe um maravilhoso Natal para si e para os seus" etc etc. Tudo inútil. O dr. Alceu trancou-me o coração. Até que, na última vez, disse algo que, para mim, foi uma paulada: — "Ah, Nelson! Você aí, nessa lama!". O mestre insinuara que a minha alma é um mangue, um pântano, um lamaçal. E, por certo, ao sair do telefone, foi se vacinar contra o tifo, a malária e a febre amarela que vivo a exalar. Pois é o que nos separa eternamente, a mim e ao dr. Alceu: — de um lado, a minha lama, e , de outro, a sua luz.

Outrora, o remador de Bem-Hur era um escravo, mas furioso. Remava as 24 horas por dia, porque não havia outro remédio e por causa das chicotadas. Mas, se pudesse, botaria formicida no café dos tiranos. Em nosso tempo, o socialismo inventou outra forma de escravidão: — a escravidão consentida e até agradecida.

A Igreja está ameaçada pelos padres de passeata, pelas freiras de minissaia e pelos cristãos sem Cristo. Hoje, qualquer coroinha contesta o Papa.

O padre de passeata é hoje, uma ordem tão definida, tão caracterizada como a dos beneditinos, dos franciscanos, dos dominicanos e qualquer outra. E está a serviço do ódio.

Os padres exigem o fim do celibato. Portanto, odeiam a castidade. Imaginem um movimento de meretrizes a favor da castidade. Pois tal movimento não me espantaria mais do que o motim dos padres contra a própria.

Os padres querem casar. Mas quem trai um celibato de 2 mil anos há de trair um casamento em quinze dias.

O tempo das passeatas acabou, mas o padre de passeata continua, inexpugnável no seu terno da Ducal e vibrando, como um estandarte, um Cristo também de passeata.

D. Helder só olha o céu para saber se leva ou não o guarda-chuva.

D. Helder já esqueceu tanto a letra do Hino Nacional quanto a da Ave-Maria. Prega a luta armada, a aliança do marxismo e do cristianismo. Se ele pegasse uma carabina e fosse para o mato, ou para o terreno baldio, dando tiros em todas as direções, como um Tom Mix, estaria arriscando a pele, assumindo uma responsabilidade trágica e eu não diria nada. Mas não faz isso e se protege com a batina. Sabe que um D. Helder sem batina, um D. Helder almofadinha, de paletó ou de terno da Ducal, não resistiria um segundo. Nem um cachorro vira-lata o seguiria.

Estou imaginando se, um dia, Jesus baixasse à Terra. Vejo Cristo caminhando pela rua do Ouvidor. De passagem, põe uma moeda no pires de um ceguinho. Finalmente, na esquina a Avenida, Jesus vê D. Helder. Corre para ele; estende-lhe a mão. D. Helder responde: — "Não tenho trocado!". E passa adiante.

No Brasil, só se é intelectual, artista, cineasta, arquiteto, ciclista ou mata-mosquito com a aquiescência, com o aval das esquerdas.

Não há ninguém mais bobo do que um esquerdista sincero. Ele não sabe nada. Apenas aceita o que meia dúzia de imbecis lhe dão para dizer.

As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado.

Considero o filho único um monstro de circo de cavalinhos, um mártir, mártir do pai, mártir da mãe e mártir dessas circunstâncias. As famílias numerosas são muito mais normais, mais inteligentes e mais felizes.

Na velha Rússia, dizia um possesso dostoievskiano: — "Se Deus não existe tudo é permitido". Hoje, a coisa não se coloca em termos sobrenaturais. Não mais. Tudo agora é permitido se houver uma ideologia.

Quando os amigos deixam de jantar com os amigos [por causa da ideologia], é porque o país está maduro para a carnificina.

Antigamente, o silêncio era dos imbecis; hoje, são os melhores que emudecem. O grito, a ênfase, o gesto, o punho cerrado, estão com os idiotas de ambos os sexos.

[Até o século XIX] o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava. E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar um cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os "melhores" pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas.

Outrora, os melhores pensavam pelos idiotas; hoje, os idiotas pensam pelos melhores. Criou-se uma situação realmente trágica: — ou o sujeito se submete ao idiota ou o idiota o extermina.

Qualquer indivíduo é mais importante que toda a Via Láctea.

Ainda ontem dizia o Otto Lara Resende: — "O cinema é uma maneira fácil de ser intelectual sem ler e sem pensar". Mas não só o cinema dá uma carteirinha de intelectual profundo. Também o socialismo. Sim, o socialismo é outra maneira facílima de ser intelectual sem ligar duas idéias.

Eu amo a juventude como tal. O que eu abomino é o jovem idiota, o jovem inepto, que escreve nas paredes "É proibido proibir" e carrega cartazes de Lenin, Mao, Guevara e Fidel, autores de proibições mais brutais.

Com o tempo e o uso, todas as palavras se degradam. Por exemplo: — liberdade. Outrora nobilíssima, passou por todas as objeções. Os regimes mais canalhas nascem e prosperam em nome da liberdade.

Ah, os nossos libertários! Bem os conheço, bem os conheço. Querem a própria liberdade! A dos outros, não. Que se dane a liberdade alheia. Berram contra todos os regimes de força, mas cada qual tem no bolso a sua ditadura.

Como a nossa burguesia é marxista! E não só a alta burguesia. Por toda parte só esbarramos, só tropeçamos em marxistas. Um turista que por aqui passasse havia de anotar em seu caderninho: — "O Brasil tem 100 milhões de marxistas".

Hoje, o não-marxista sente-se marginalizado, uma espécie de leproso político, ideológico, cultural etc etc. Só um herói, ou um santo, ou um louco, ousaria confessar publicamente: — "Meus senhores e minhas senhoras, eu não sou marxista, nunca fui marxista. E mais: — considero os marxistas de minhas relações uns débeis mentais de babar na gravata".

No Brasil, o marxismo adquiriu uma forma difusa, volatizada, atmosférica. É-se marxista sem estudar, sem pensar, sem ler, sem escrever, apenas respirando.

Marx roubou-nos a vida eterna, a minha e a do Otto Lara Resende. Pois exigimos que ele nos devolva a nossa alma imortal.

As cartas de Marx mostram que ele era imperialista, colonialista, racista, genocida, que queria a destruição dos povos miseráveis e "sem história", os quais chama de "piolhentos", de "anões", de "suínos" e que não mereciam existir. Esse é o Marx de verdade, não o da nossa fantasia, não o do nosso delírio, mas o sem retoque, o Marx tragicamente autêntico.

O mundo é a casa errada do homem. Um simples resfriado que a gente tem, um golpe de ar, provam que o mundo é um péssimo anfitrião. O mundo não quer nada com o homem, daí as chuvas, o calor, as enchentes e toda sorte de problemas que o homem encontra para a sua acomodação, que aliás, nunca se verificou. O homem deveria ter nascido no Paraíso.

Nas velhas gerações, o brasileiro tinha sempre um soneto no bolso. Mas os tempos parnasianos já passaram. Hoje, ferozmente politizado, ele tem sempre à mão um comício.

Entre o psicanalista e o doente, o mais perigoso é o psicanalista.

É preciso ir ao fundo do ser humano. Ele tem uma face linda e outra hedionda. O ser humano só se salvará se, ao passar a mão no rosto, reconhecer a própria hediondez.

A Rússia, a China e Cuba são nações que assassinaram todas as liberdades, todos os direitos humanos, que desumanizaram o homem e o transformaram no anti-homem, na antipessoa. A história socialista é um gigantesco mural de sangue e excremento.

Tão parecidos, Stalin e Hitler, tão gêmeos, tão construídos de ódio. Ninguém mais Stalin do que Hitler, ninguém mais Hitler do que Stalin.

Vocês se lembram da fotografia de Stalin e Ribbentropp assinando o pacto nazi-comunista. Ninguém pode esquecer o riso recíproco e obsceno. Se faltou alguém em Nuremberg — foi Stalin.

Havia, aqui, por toda parte, "amantes espirituais de Stalin". Eram jornalistas, intelectuais, poetas, romancistas. Outros punham nas paredes retratos de Stalin. Era uma pederastia idealizada, utópica e fotográfica.

Sou um pobre nato e, repito, um pobre vocacional. Ainda hoje o luxo, a ostentação, a jóia, me confundem e me ofendem.

Hoje, o sujeito prefere que lhe xinguem a mãe e não o chamem de reacionário.

Em muitos casos, a raiva contra o subdesenvolvimento é profissional. Uns morrem de fome, outros vivem dela, com generosa abundância.

O povo é um débil mental. Digo isso sem nenhuma crueldade. Foi sempre assim e assim será, eternamente.

Vincent - Tim Burton - Curta de 1982

Vincent (1982) é um curta metragem realizado por Tim Burton no comeó de sua carreira como diretor. É um estranho curta metragem animado em stop motion criado para a Disney, em branco e preto, com aproximadamente 6 minutos.

O filme é uma homenagem a Vincent Price, ator que Tim Burton admirava (inclusive trabalhou com ele em seu último filme, Edward Mãos de Tesouras) e conta com a locução de próprio, com sua inconfundível voz.

Assista a este maravilhoso trabalho, do tempo em que Tim Burton era realmente um diretor de qualidade...

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